O BADS_lab está voltando para São Paulo e para a Galeria do Reggae, onde realizamos BLACK: Cite; Sight– Site no ano passado. Desta vez, estaremos na Sala 24 de Maio, de 25 de setembro a 5 de outubro.
Este ano, em vez de uma exposição, estamos experimentando uma troca de sementes.
Uma semente é a menor forma viva de uma prática (uma ideia, um gesto, um método, uma pergunta, um ritual), pequena o bastante para ser carregada, entregue a outra pessoa e cultivada de novo em outro solo. Algumas sementes ficam onde caem, outras seguem viagem, outras se transformam. O que nos interessa é o que consegue atravessar de um contexto a outro, o que precisa mudar para criar raízes, e o que cada novo lugar acrescenta àquilo que recebeu.
Nossos encontros em São Paulo serão um experimento de convívio: criar essas sementes juntos, trabalhando com as mãos e com as ideias, compartilhando comida e conversa, e destilando algo da prática de cada pessoa em um pequeno germe portátil que outros possam receber e cultivar.
O processo começou em Chicago, ao longo de cinco domingos na Land School, onde um grupo de vinte artistas criou as primeiras sementes. Elas viajam conosco para São Paulo — para vocês brincarem, experimentarem e cultivarem — e esperamos que vocês criem as suas, que entram na troca e seguem viagem.
De São Paulo, a troca continua em movimento, para a Tanzânia e o Quênia em janeiro e fevereiro, e adiante.
Quer participar? Escreva uma nota para info@bads-lab.org e conte quem você é.
For five Sundays this past May, at The Land School, BADS_lab convened a cohort of twenty-two creative artists and researchers around the prospect of generating maroon infrastructures: community-built systems for communicating and cultivating, playful and usable now, resilient when centralized systems fail.
The gatherings centered on the building of a process germ bank, an experimental approach to preserving and sharing knowledge in its most nascent form.
We invited each fellow to articulate small germs of their own creative practice: carryable seeds of ideas that other people in other contexts can grow in their own soil. Alongside, we drew inspiration from what was already germinating in the neighborhood around the Land School: the arrivant plants growing in the cracks and vacant lots of the South Side, the autonomous communications infrastructures we installed in the room, the questions surfacing from each fellow's lifeworld.
The repertoire that emerged will travel with us in September to São Paulo, and in January and February to Kenya and Tanzania